
O projeto da equipe brasileira começou com um concurso interno, com apresentação de propostas por parte de estudantes de arquitetura das seis universidades. A escolha dos projetos da Unicamp, UFRGS e UFSC se deu a partir da avaliação de um júri composto por professores das universidades brasileiras e por representantes da Politécnica de Madri, entre eles o vice-reitor de Relações Internacionais Jose Manuel Páez.
O professor responsável pelo desenvolvimento do projeto na USP, Adnei Meleges de Andrade, do IEE (Instituto de Eletrotécnica e Engenharia), afirmou que não basta conceber uma casa sustentável, mas que é imprescindível considerar como ela pode ser reproduzida facilmente na sociedade.
A avaliação do projeto na competição contempla dez critérios de avaliação, cada um com um peso diferente. Além de aspectos arquitetônicos e de engenharia, considerando instalações, balanço de energia, condições de conforto, funcionamento de equipamentos, inovação e sustentabilidade, contam pontos também a comunicação, o marketing, a sensibilização social, a industrialização e a comercialização.
Informações adicionais sobre a competição, incluindo a edição 2009, podem ser obtidas no site oficial do Solar Decathlon.